quinta-feira, 6 de setembro de 2012

SINTOMAS DE UMA IGREJA DOENTE


  “Meus filhinhos, por quem de novo sinto as dores de parto, até que Cristo seja formado em vós”. Gal. 4:19.


1) Foco nos programas. Igrejas estão morrendo tendem a focalizar programas [...]. Colocam sua esperança de sucesso no último ministério criado ou no plano pré-fabricado de crescimento de igreja e avaliam a saúde da igreja pela quantidade e pelo caráter comovente de seus programas [...]. Este livro não trata de um programa para implementar em sua igreja ... contém princípios que o Senhor designou e usará para trazer mais vida à igreja que ele decide tratar dessa maneira em seu plano soberano.

2) Nostalgia e tradiçãoIgrejas que estão morrendo geralmente estão vivendo no passado. De fato, muitas vezes o pastor não é chamado para pastorear uma igreja na esperança de levá-la adiante... esperam que ele leve a igreja para trás, para reviver os “dias gloriosos”.
 
3) Dependência de personalidades. Igrejas que estão morrendo tendem a se apoiar em certos tipos de personalidade, quer essas pessoas estejam ou não na igreja.
 
4) Uma mentalidade de manutenção. “Vamos apenas persistir”, elas pensam. “Tenhamos esperança de que podemos substituir a quantidade de pessoas que perdemos ano passado”, dizem elas, ou “teremos sorte se conseguirmos cumprir nosso orçamento. [...] Elas estão num sistema de amparo à vida, não numa missão de salvacao de vidas, e suas únicas esperanças e sonhos são manter as portas abertas, e não trazer uma colheita de almas por essas portas.

5) Mentalidade de justificação e de vítima. “Isso nunca funcionará porque...”. Os líderes e os membros já têm uma lista bem detalhada de razoes pelas quais as idéias de um novo ministério não darão certo. Duas razões clássicas: “Já tentamos isso antes” e “Isso sairá muito caro”, mas outras razões podem ser: “A vizinhança mudou”, “Nosso templo está no lugar errado” ou “Esta é uma comunidade difícil e excomungada”.
 
6) Má reputação na comunidade. Quanto mais a igreja segue um padrão de declínio, piores se tornam sua imagem pública e sua reputação.[...] Às vezes, os sintomas de declínio podem aparecer fora de sua igreja antes mesmo de serem observados dentro dela [...]. Por isso sugiro que pastores e líderes da igreja façam perguntas regularmente sobre sua congregação quando conversam com pessoas que não pertencem a ela. Duas boas perguntas são: “O que você tem ouvido sobre a igreja?” e “Como você acha que a comunidade nos vê?”. É preciso coragem para fazer isso, mas o resultado pode ser revelador.
 
7) Desvio do evangelho. Este último sintoma de enfermidade numa igreja é realmente o pior de todos. Igrejas que se tornaram ineficazes em alcançar o mundo ao redor geralmente se tornaram assim porque perderam de vista a centralidade da graça de Deus. Alguma outra coisa se tornou mais importante que viver de acordo com o evangelho e compartilhá-lo com pessoas que precisam ser salvas.
 
8)Emoção Sim, Razão Não.
Os cristãos modernos são chorosos, gritadores, histéricos menos racionais. Os pastores, não em sua totalidade, incentivam a irracionalidade e a emoção extrema como forma de espiritualidade. Acham que se o povo gritar e pular é porque o Espírito Santo está agindo. Não me entendam mal. Creio que a presença de Deus pode mexer com todo nosso ser e podemos ter reações não convencionais, como aconteceu na época de Jonathan Edwards (1737). Mas somente emoção destituída de razão é um absurdo. John Mackay disse: 

9)“Ação sem reflexão á paralisia da razão”.

Hoje em muitas igrejas existe a mania ou tendência de dar um brado de vitoria. O povo grita até ficar rouco. Isso é catarse pura, mas confundem sair desses cultos aliviados com sair dali abençoados. Paulo nos encoraja a praticarmos um culto racional (Rm. 12:1). Paulo nos encoraja a buscamos a sabedoria e o conhecimento para aprovarmos as obras de Deus.
A igreja está doente porque exalta a emoção e esquece-se da razão. Está doente porque o arrepio vale mais que a Palavra que em tudo pode nos tornar aptos para salvação.

 10)Está emergindo toda uma geração de cristãos decepcionados com o evangelho de Cristo. Pessoas que no médio e longo prazo nada farão pelo Reino de Deus, porque estão tentando absorver ou conviver com as frustrações que tiveram nas igrejas que pregam tais distorções.


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